Wednesday, April 8, 2009

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O Principezinho

Nunca pensei ler “O Principezinho” pois alguns colegas meus desaconselharam-mo, diziam que era muito chato.

Nestas férias li uns excertos que estão do nosso manual e gostei do que li então resolvi ler o livro completo.

Conclui a sua leitura rapidamente. Adorei o livro, contudo e preciso lê-lo com muita atenção pois é uma história repleta de simbolismos.

No meu ponto de vista é um livro para ser lido várias vezes, com o decorrer do tempo, pois acredito que em cada nova leitura compreendemos o livro um pouco melhor e aproximamo-nos cada vez mais da verdadeira mensagem deste.

Deixo aqui uma frase que me marcou: “ O essencial é invisível para os olhos”

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Friday, March 13, 2009

Leituras…

Comecei a ler “Equador” de Miguel Sousa Tavares, contudo não fui muito além das primeiras páginas, dado que não gostei muito do livro. O livro é inspirado num período da história portuguesa, (inicio do séc.XX) porém ao longo do mesmo desenvolve-se um romance.

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Thursday, March 12, 2009

Auto da barca do inferno

(Entra Cristiano Reinaldo com equipamento de marca e uma bola de futebol debaixo do braço)


 

C.R. Hou da barca?

Dia. Quem chama?

C.R. Rei da bola, Reinaldo

Dia. Entrai, entrai, que temos gentil maré

C.R. E onde vai?

Dia. Á terra das chamas, tão quentinha…

C.R. Para o inferno? Non vo eu per la!

Dia. Entra no batel que ao inferno hás-de ir! A tua vaidade te obrigará!

C.R. Vaidade? Eu apenas sô realisto! Na tua barca não irei!

 

( C. Reinaldo dirige-se a outra barca)

 

C.R. Hou da barca… Hou da barca?

Anj. Que me quereis?

C.R. que me deixeis embarcar.

Anj. Eu muito fora estou de te levar!

C.R. Mas eu sou Cristiano Reinaldo! Ninguém joga melhor futebol do que eu!

Anj. Nesta barca não entrarás…

C.R.  mas sempre me portei bem. Nunca fiz mal a ninguém…

Anj. Muitas mulheres enganaste!

C.R. ( continua a falar, fazendo de conta que não ouviu)

                Sempre pela pátria joguei…

Anj. Jogaste, pois, mas fazias-o pelo dinheiro, e gastaste-o mal.

C.R.  eu?! Sempre só comprei o necessário, com o meu rude salário!

Anj. Aqui não entraras! É uma barca muito pobre para um rei como tu

Dia. Á barca! Estamos de partida!

C.R. Ao inferno me irei, mas que vida que levei…iludi-me pelo poder que tinha…

Dia. Cala-te! Já chega de mimalhices! Entra , que na ilha perdida terás a tua recompensa…

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Tuesday, March 3, 2009

Descrição

Levantei-me a custo daquela cama mole e acolhedora, liguei o rádio, fechei a porta. Sentei-me em cima da secretaria e abracei o peluche que ele me tinha oferecido no dia de S. Valentim. Olhei pela janela, arvores e carros vestiam-se de branco, tinha nevado. Deitei-me sobre o tapete verde e fechei os olhos. Faltavam apenas 3 dias, iria deixar tudo aquilo. Observei de novo o quarto, sorri. Lembrei-me de quando era pequena e pedia á minha mãe esta ou aquela boneca que se encontravam na prateleira de cima, na estante, onde não chegava.

Fechei novamente os olhos, uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Faltavam apenas 3 dias, 3 malditos dias e tudo acabava.

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Livro da minha vida

Desembrulhei a prenda. Era um livro. O meu primeiro livro. Era amarelo, tinha uma imagem de uma menina a atravessar a rua, por cima a letras grandes e gordas, lia-se “Amarguinha”

                Não posso dizer que até aos dias de hoje foi o livro que mais gostei ou o que mais me marcou, contudo foi e sempre será um livro muito especial.

                “-Mãe – perguntou o menino, com uma lágrima no olho - por que é que todas as pessoas de quem gostamos se vão embora?”

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Tuesday, February 24, 2009

Deus quer, o Homem sonha a obra nasce…

Mais um dia, igual a tantos outros. Uma luz incide sobre a secretária já suja de tinta, atravessando uma pequena janela. Estamos desanimados, já passaram muitos meses depois da partida. Os alimentos estão escassos, Vasco da Gama já reduziu a quantidade para cada dia. Alguns marinheiros já faleceram, as doenças provocadas devido a falta de higiene e de vitaminas são muitas. As saudades apertam, a distância magoa, fomos invadidos por tristeza e desespero, dava tudo para voltar atrás, junto da minha família.

                - Chegamos! Índia!

Não acreditava, já mo tinham dito há uma semana e nada passava de uma ilusão. Contudo levantei-me e saí do convés. Os marinheiros riam, cantavam e dançavam. Subi ao mastro…era mesmo verdade, estávamos a chegar, a menos de uma légua. Juntei-me ao resto da tripulação e agradecemos á divina guarda.

Estávamos muito perto, paramos o desembarque. Vasco da Gama foi o primeiro a pisar a areia morna, as ondas refrescavam-nos os pés cansados. Não estávamos sós uns índios espreitavam desconfiados a uns metros. Um cheiro diferente mas agradável dançava com o vento, talvez uma especiaria por nos ainda desconhecida. Olhamos em nossa volta. Uma pequena aldeia espreitava por entre árvores. As casas eram construídas com palha, uma pequena fonte onde crianças negras brincavam, as mulheres preparavam o jantar. Tudo era tão diferente… O sol pôs-se, o seu ultimo raio iluminou os nossos corações. Conseguimos, finalmente chegamos á índia.

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Saturday, January 31, 2009

Estou a ler…


Livro: O Circo de Papel
Autor: Vergílio Alberto Vieira
Editora: Caminho

Já conclui o “Chocolate”, em breve publicarei o resume.

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Sunday, January 25, 2009

O mundo da publicidade

Vivemos num mundo publicitário. Todos os dias somos bombardeados com publicidade. Cartazes, internet, rádios, revistas, televisão…são algumas das muitas formas de como somos atingidos diariamente.


 

                Mentindo, a publicidade cativa-nos de uma tal forma que não conseguimos resistir à sua maravilhosa oferta. Principalmente os jovens e as crianças são seduzidos pela publicidade comercial. Não descansam até comprar aquele produto, e que muitas vezes os desilude depois da compra, pois não satisfaz os seus desejos.

                De outro modo a publicidade e criativa e desenvolve a imaginação, como ainda nos informa e previne de situações de risco.

A publicidade institucional ao contrário da publicidade comercial tem como principal objectivo alertar-nos sobre os problemas do mundo, como o racismo, aquecimento global, poluição…

                No meu entender a publicidade é imperiosa, pois como referi, informa e alerta, contudo é indubitável que não podemos deixar-nos enfeitiçar por ela.

 

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Saturday, January 17, 2009

Estou a ler…


Livro:Chocolate 
Autor: Joanne Harris
Edições ASA

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